Assembleia Legislativa discute violência contra a mulher na Paraíba

Assembleia Legislativa discute violência contra a mulher na Paraíba

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A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) realizou, nesta quinta-feira (18), uma Audiência Pública para discutir os principais problemas enfrentados pela mulher no estado. O evento, proposto pela deputada Daniella Ribeiro, contou com a presença da vice-governadora, Lígia Feliciano e de representantes de entidades de classe, como a Ordem dos Advogados do Brasil na Paraíba (OAB-PB).

Na ocasião, foram discutidos temas como violência contra a mulher, discriminação, inserção da mulher no mercado de trabalho e ampliação das políticas públicas. “O nosso interesse maior é defender a mulher, seja na área de empreendedorismo, na educação, numa maior participação política. Por isso, essa Audiência reuniu diversos segmentos com sugestões para que avancemos nesse sentido”, afirmou Daniella Ribeiro, também presidente da Comissão de Direitos da Mulher na Assembleia.

A vice-governadora, Lígia Feliciano, ressaltou as políticas públicas desenvolvidas pelo Governo do Estado. “O Governo do Estado tem investido em políticas públicas a favor das mulheres, com a Secretaria da Mulher, por exemplo. É preciso, no entanto, que esse debate seja encarado por toda a sociedade, para que esses direitos sejam ampliados, para que a mulher ocupe o espaço que merece”, disse.

Já a conselheira federal da OAB, Marina Gadelha destacou a importância da Audiência Pública para a superação dos principais problemas enfrentados pela mulher atualmente. “São vários segmentos reunidos neste encontro, com um só objetivo, que é buscar cada vez mais a inserção. Além da violência, temos ainda o preconceito contra a mulher, ainda muito forte. Essa iniciativa é muito importante para criarmos meios de vencermos essas barreiras”, pontuou.

A Audiência Pública reuniu mulheres de diversos setores da sociedade, a exemplo de professoras, advogadas e representantes de igrejas evangélicas. O evento aconteceu no Hotel Verde Green, na orla marítima de João Pessoa.

O presidente Michel Temer convocou o líder do Governo, o deputado federal paraibano Aguinaldo Ribeiro (PP) para tentar reverter a crise política que tomou conta do Planalto após revelação de que o presidente negociou propina com a JBS para calar a boca do ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha. Segundo informações da Globo News, a intenção é dar um ar de normalidade ao Palácio do Planalto, o que não deve acontecer, já que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, tirou o sigilo das gravações. Aguinaldo terá a missão de convocar os aliados do presidente para ratificar o apoio e tentar manter a firme a base aliada de Temer, que já deu sinais de estremecimento com o anúncio da saída dos ministros Bruno Araújo (Cidades) e Roberto Freire (Cultura). Entenda Na tarde de quarta-feira passada, Joesley Batista e o seu irmão Wesley entraram apressados no Supremo Tribunal Federal (STF) e seguiram direto para o gabinete do ministro Edson Fachin. Os donos da JBS, a maior produtora de proteína animal do planeta, estavam acompanhados de mais cinco pessoas, todas da empresa. Foram lá para o ato final de uma bomba atômica que explodirá sobre o país — a delação premiada que fizeram, com poder de destruição igual ou maior que a da Odebrecht. Diante de Fachin, a quem cabe homologar a delação, os sete presentes ao encontro confirmaram: tudo o que contaram à Procuradoria-Geral da República (PGR) em abril foi por livre e espontânea vontade, sem coação. É uma delação como jamais foi feita na Lava-Jato: Nela, o presidente Michel Temer foi gravado em um diálogo embaraçoso. Diante de Joesley, Temer indicou o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) para resolver um assunto da J&F (holding que controla a JBS). Posteriormente, Rocha Loures foi filmado recebendo uma mala com R$ 500 mil enviados por Joesley. Temer também ouviu do empresário que estava dando a Eduardo Cunha e ao operador Lúcio Funaro uma mesada na prisão para ficarem calados. Diante da informação, Temer incentivou: “Tem que manter isso, viu?”. Aécio Neves foi gravado pedindo R$ 2 milhões a Joesley. O dinheiro foi entregue a um primo do presidente do PSDB, numa cena devidamente filmada pela Polícia Federal. A PF rastreou o caminho dos reais. Descobriu que eles foram depositados numa empresa do senador Zeze Perrella (PSDB-MG). Aguinaldo deve acionar os principais aliados do presidente para uma reunião que deve acontecer já já no Planalto

Leia mais: http://paraibaja.com.br/temer-aciona-parlamentar-paraibano-para-tentar-reverter-crise-politica/
O presidente Michel Temer convocou o líder do Governo, o deputado federal paraibano Aguinaldo Ribeiro (PP) para tentar reverter a crise política que tomou conta do Planalto após revelação de que o presidente negociou propina com a JBS para calar a boca do ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha. Segundo informações da Globo News, a intenção é dar um ar de normalidade ao Palácio do Planalto, o que não deve acontecer, já que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, tirou o sigilo das gravações. Aguinaldo terá a missão de convocar os aliados do presidente para ratificar o apoio e tentar manter a firme a base aliada de Temer, que já deu sinais de estremecimento com o anúncio da saída dos ministros Bruno Araújo (Cidades) e Roberto Freire (Cultura). Entenda Na tarde de quarta-feira passada, Joesley Batista e o seu irmão Wesley entraram apressados no Supremo Tribunal Federal (STF) e seguiram direto para o gabinete do ministro Edson Fachin. Os donos da JBS, a maior produtora de proteína animal do planeta, estavam acompanhados de mais cinco pessoas, todas da empresa. Foram lá para o ato final de uma bomba atômica que explodirá sobre o país — a delação premiada que fizeram, com poder de destruição igual ou maior que a da Odebrecht. Diante de Fachin, a quem cabe homologar a delação, os sete presentes ao encontro confirmaram: tudo o que contaram à Procuradoria-Geral da República (PGR) em abril foi por livre e espontânea vontade, sem coação. É uma delação como jamais foi feita na Lava-Jato: Nela, o presidente Michel Temer foi gravado em um diálogo embaraçoso. Diante de Joesley, Temer indicou o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) para resolver um assunto da J&F (holding que controla a JBS). Posteriormente, Rocha Loures foi filmado recebendo uma mala com R$ 500 mil enviados por Joesley. Temer também ouviu do empresário que estava dando a Eduardo Cunha e ao operador Lúcio Funaro uma mesada na prisão para ficarem calados. Diante da informação, Temer incentivou: “Tem que manter isso, viu?”. Aécio Neves foi gravado pedindo R$ 2 milhões a Joesley. O dinheiro foi entregue a um primo do presidente do PSDB, numa cena devidamente filmada pela Polícia Federal. A PF rastreou o caminho dos reais. Descobriu que eles foram depositados numa empresa do senador Zeze Perrella (PSDB-MG). Aguinaldo deve acionar os principais aliados do presidente para uma reunião que deve acontecer já já no Planalto

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